Visibilidade e controle para a escola, autonomia para a sua equipe
Todos os alunos, a agenda da equipe inteira e o dinheiro do mês numa tela só — e cada professor com o que precisa para dar aula, sem planilha e sem pedir acesso a ninguém.
O painel da escola
O que a coordenação passa a ver sem perguntar
Seis telas que hoje são seis conversas por semana.
A equipe, com papéis
Professores e secretárias no mesmo lugar, cada um com o que pode fazer. Ser administrador é separado de ser professor — o dono da escola que também dá aula não precisa escolher entre as duas coisas.
Secretária que resolve
Ela marca aula, cadastra aluno e lança cobrança em nome do professor, com a conta dela — e cada lançamento fica com o selo de quem fez. O professor abre a agenda já pronta, em vez de digitar o que a secretaria já sabia.
Todos os alunos da escola
Uma lista só, com o professor de cada um, o que está estudando e quem precisa de atenção — em vez de perguntar de professor em professor.
A agenda consolidada
A semana inteira da escola numa tela: quem dá aula, para quem e quando. É onde se descobre o buraco de terça à tarde antes de o aluno novo perguntar.
O financeiro da escola
O que entrou de aluno, as despesas da escola e o fechamento do mês — com o que já foi recebido separado do que ainda está a receber.
Repasse de cada professor
Percentual do mês dele, valor fixo por aula dada ou valor fixo por mês — o combinado é configurado uma vez, e o extrato do mês sai pronto.

O combinado de cada professor, escrito
Percentual do mês, valor fixo por aula dada ou valor fixo por mês — os três convivem na mesma equipe, porque é assim que uma escola real funciona: o sócio, o horista e o contratado não são pagos do mesmo jeito.
Configurado uma vez, o extrato do mês sai pronto. E quem é administrador continua sendo professor: as duas coisas são separadas, então o dono da escola que também dá aula não precisa escolher entre elas.
Todos os alunos da escola, por professor
Uma lista só, com o idioma de cada um e o professor responsável. É a resposta para a pergunta que hoje vira uma mensagem no grupo: quem está com quem, e estudando o quê.
Vincular um aluno novo à equipe também se faz daqui, sem pedir para o professor fazer.

O aluno é da escola. O professor é quem dá a aula.
A coordenação define quem atende quem e remaneja quando precisar — e o aluno vai inteiro: aulas dadas e marcadas, cobranças, o acordo de pagamento e o prontuário. Ninguém recomeça um cadastro para trocar de professor.
Para quem dá aula, o efeito é o contrário do peso: ele abre a agenda pronta, dá a aula e registra o que aconteceu. Cobrança, fechamento e repasse são da escola.
Ver o que o professor usa no dia a dia →- Você decide quem dá aula para quem, e muda quando precisar — um aluno ou uma turma inteira.
- Na troca, o histórico do aluno vai junto: quem entra recebe a ficha inteira, não uma página em branco.
- O fechamento não se mistura: o mês que cada professor trabalhou continua contando para ele, mesmo depois da troca.
- A secretaria opera agenda e cobrança em nome da equipe, com a conta dela e com registro de autoria.
Como começa
Sem migração de banco de dados, sem projeto de implantação e sem cobrança para começar a conversa.
- 1
A gente conversa
Quantos professores, como funcionam os repasses hoje e o que já está em planilha. Um e-mail resolve, e a gente responde com número.
- 2
A escola é criada pela gente
Não é um cadastro self-service: nosso time cria a escola e o primeiro administrador. É o que garante que ninguém aparece dentro da sua escola por engano.
- 3
A equipe entra por convite
Cada professor recebe um convite e aceita — com a conta que já tem, se já usa o Hippofy. Secretária idem, mesmo se ainda não tiver conta.
Quanto custa
O preço da escola é por vaga de professor, com desconto por volume. Como cada escola tem um tamanho, a gente conversa antes.
A vaga é do professor, e não do aluno: você não paga a mais por crescer a lista de alunos de ninguém.
O que costumam perguntar antes de decidir
De quem são os dados dos alunos?
Da escola. O aluno é da escola e o professor é quem dá a aula: se a coordenação remaneja quem atende quem, o registro inteiro vai junto — aulas dadas e marcadas, cobranças, o acordo de pagamento e o prontuário. Quem sai não leva a história do aluno, e quem entra recebe a ficha inteira em vez de começar do zero.
A secretária vê tudo?
Ela opera o que é operação — marcar aula, cadastrar aluno, lançar e baixar cobrança — com a conta dela, e cada lançamento fica com o selo de quem fez. As anotações de aula são escritas por quem deu a aula: a secretaria organiza a operação, não o conteúdo pedagógico.
Preciso migrar os professores que já usam o Hippofy?
Não precisa migrar nada. Quem já tem conta aceita o convite e os alunos, os planos e o histórico dele entram na escola junto — nada é recadastrado. A partir daí a coordenação passa a enxergar tudo e o financeiro dos alunos é operado pela escola.
Tem contrato de fidelidade?
Não. A assinatura é por vaga de professor e acompanha o tamanho da equipe: entrou professor, entra vaga; saiu, sai vaga.
E se a gente parar de pagar?
A escola é suspensa, e suspensão não apaga nada: nem os dados, nem os vínculos com os professores. Os professores voltam ao plano individual deles e a escola volta a funcionar assim que o pagamento é regularizado.
Um professor pode dar aula em duas escolas?
Hoje não: cada pessoa pertence a uma escola por vez. Se isso for um impedimento para vocês, vale contar na conversa — é o tipo de decisão que se revisita com um caso real na mão.
Conte quantos professores vocês são
Com isso já dá para dizer quanto custa e o que muda na primeira semana. Sem apresentação de slides.

